Os nós dos dedos inchados, herança de família, relembram os nós a serem desatados para que eu cumpra esta jornada. Não sei qual será a sua duração e muito menos sei qual é a minha missão...
O que sei é que ela é longa (assim eu espero) e que preciso parar de escrever "que"!
O que eu já passei, problemas mais do que repisados, são passado... quem dera eu pudesse esquecê-los, mas esta minha memória de elefante...
Em três meses, aproximadamente, estarei saindo da unisul, não sei se conseguirei me formar com meus colegas, tampouco me preocupa mais, cansei de me "pré-ocupar" com tudo. Resolvi entregar para Deus, como diz a Sandrinha, ela sim está com um problema...
Vou relaxar e esperar que uma possibilidade se abra. Desespero? Não mais!
Fiz novas amizades, desfiz algumas, a vida segue.
Estou muito diferente, pela primeira vez em dez anos, cortei o cabelo curto. Ainda não tenho fotos porque minha câmera deu pau, não gosto mais do que eu gostava, comidas, pessoas, lugares e hobbies, tudo diferente... Pessoas e lugares chatos não me atraem mais, desculpem-me.
Não saio mais para fazer o "social"...
Hoje eu penso assim: o mundo é uma roda gigante, às vezes estamos lá em cima, ventinho no rosto, visão privilegiada, às vezes ela pifa e achamos que ficaremos lá para sempre, mas aí ela dá um estalo e cai, vamos parar lá embaixo. Não sabemos quanto tempo ela permanece em cada lugar, por isso devemos ser humildes, preservar as boas amizades, cuidar daqueles que amamos, para que quando ela tornar a girar, não fiquemos sozinhos.
Por hoje é só.
Bjokas mil.
=)
sábado, 7 de março de 2009
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As palavras brotam, as frases são formadas e no papel são filtradas... e para isso, tua percepção é teu guia!
ResponderExcluirDo que mais precisa?
bjão, te aguardo!